quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Um dia você descobre que não se alimenta de amor. E portanto não precisa de um.

O sofrimento do perder.

Lutar, pra quê? Quando a derrota já venceu.
Como um paradoxo interminável não resolvido.
Se eu perdesse você dos meus sonhos, só me restaria a morte e meu corpo com validade determinada.
Sempre te perco sem nunca ter tido você.
Como uma vida sem motivo para continuar existindo.
Seus olhos negros são como um quarto escuro.
Mas o brilho deles me mostra a saída.
A cegueira toma conta...
Mas ainda te escuto e quando ponho minhas mãos em seu peito...
Ainda sinto as batidas do seu coração.
Sangue, suor e lágrimas.
Sangue do meu coração partido.
Suor do meu corpo.
Lágrimas de quando você me deixou.




                                                                                                           Por Rafael Lindorfer.



domingo, 6 de novembro de 2011

Sem saída, mais uma vez.

A questão é que continuo aqui, com o coração partido e doendo, outra vez, e mais uma vez. Mais uma vez estou aqui escrevendo pra aliviar, e entender, e me perguntar o que devo fazer. Por que são tantas perguntas e tanto a ter pra dizer e escrever, e então sem saídas voltei a me apaixonar, e cuidadosamente  fiz tudo certo. Fiz a pessoa errada se apaixonar pela certa. Mas pau que nasce torto morre torto, e aqui estou eu. Quem nasceu pra fazer os outros sofrer, sempre vai fazer. PRECISO de um basta nessa história, sem início, nem meio e com fim triste. E simplesmente, cheguei ao mesmo lugar, repetindo as mesma palavras, e chorando pelos mesmos motivos.
-POR QUE GAROTOS SÃO TÃO IDIOTAS?